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quarta-feira, 13 de julho de 2011

Boi Gordo em tendência de alta, mas depende de demanda

O mercado físico do boi gordo segue apresentando tendência de alta, mas esta tendência vem sendo limitada pela manutenção dos preços no varejo, que ainda não foram influenciados pela menor oferta, tradicional neste período. Em algumas praças de Goiás e Mato Grosso do Sul, a demanda por animais aumentou, resultando na valorização da @.
As escalas de abate continuam atendendo em média 3 dias. Como a oferta de animais para os próximos meses deve se manter estável, qualquer aumento na demanda deverá resultar em reajustes mais acentuados nos preços da @.
No estado de São Paulo, as cotações permanecem em alta em grande parte das praças. O preço médio fechou por volta de R$ 98,00 a prazo, livre do funrural. No Mato Grosso, os preços apresentaram alta em algumas praças. Em Colíder, a cotação fechou por volta de R$ 89,00/@ a prazo, livre do funrural. Em Cuiabá, o preço praticado segue por volta dos R$ 90,00/@ a prazo, livre do funrural. No Mato Grosso do Sul, os preços pouco se mantiveram estáveis. Na região de Coxim, a cotação seguiu por volta de R$ 90,00/@ a prazo, livre do funrural.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Como estão os mercados BM&F nesta segunda-feira

Ásia
Mercados asiáticos tiveram um início de semana negativo. A única bolsa que apresentou alta foi a japonesa, que teve tímida variação positiva de 0,03%. Já os demais mercados encerraram a sessão em queda. O composto recuou 0,7%, com os investidores decepcionados após líderes europeus terem falhado em chegar a um acordo sobre se a Grécia irá receber mais uma tranche de US$ 17 bilhões para julho, como parte do pacote de ajuda ao país de 110 bilhões de euros firmados no final do ano passado. Assim a questão grega permanece indefinida, gerando mais aversão ao risco e busca por proteção em ativos mais seguros.

Europa
Mercados na Europa e futuros norte-americanos iniciando a semana em queda. O composto europeu apresentava recuo de 0,9% enquanto os futuros do S&P recuavam por volta de 0,40%, com investidores desde a Ásia até a Europa e Estados Unidos, preocupados com a crise de déficit grega, seu agravamento e disseminação para os demais países da região. Nesse final de semana, líderes europeus que estavam reunidos em Luxemburgo não chegaram a um acordo sobre se a Grécia irá receber ou não uma nova tranche de US$ 17 bilhões, do pacote de ajuda de US$ 110 bilhões dado ao país, para julho. Essa nova tranche é necessária para que o país evite uma moratória da dívida, e a decisão sobre a mesma deverá ser adiada até o começo de julho, o que é ruim para o sentimento dos investidores. Os líderes europeus continuam pressionando o primeiro-ministro grego, George Papandreou, a realizar mais cortes de gastos do governo para receber os pacotes de ajuda financeira


 Boi Gordo
O mercado físico encerrou a semana apresentando baixo volume de negociações, que deve permanecer devido ao feriado de Corpus Christi na quinta-feira (23).
Neste caso, o reajuste nas cotações deve ocorrer apenas durante o período de virada de mês, quando a demanda sazonal deve alterar o quadro presente no mercado interno. O mercado atacadista seguiu apresentando baixa demanda ao final da última semana. Para o mercado paulista, não foi notada mudança dos preços praticados, e na sexta-feira (17), a @ fechou o dia cotada à R$ 98,00 a prazo, livre do funrural, com as escalas de abate atendendo em média 3 dias na maioria das indústrias do estado. No estado de Minas Gerais, o preço médio também não sofreu reajustes e fechou cotado a R$ 91,00 a prazo, livre do funrural, com escalas de abate posicionadas para 4 dias. Em Goiás, o preço médio pela arroba do boi também fechou na casa dos R$ 91,00 a prazo, livre do funrural. A tendência é por continuidade do reajuste dos preços no estado. Escalas neste momento posicionadas em média para 3 dias no estado.

Café
Nem mesmo a escassez de oferta sustentou as cotações do grão neste encerramento de semana, que apresentou uma queda total de mais de 7% nas últimas três sessões. O receio dos investidores com relação à recuperação da economia americana e europeia, aliado a entrada de grãos da nova safra brasileira, que está sendo auxiliada por condições climáticas favoráveis, acabou contribuindo para a maior presença de ofertantes no mercado de café. Na ICE, a bolsa de NY, o café arábica encerrou, nesta sexta-feira (17), a US$ 252,50 por libra-peso, em queda de 3,31% ou 865 pontos. O cenário interno apresentou queda nesta sexta-feira, diante da significativa desvalorização no mercado internacional. Na região Sul de Minas Gerais, os negócios seguiram apresentando baixa movimentação, e sem reporte de negociações. Café novíssimo negociado a partir de R$ 460 com 20% de catação. No Cerrado Mineiro, as constantes desvalorizações do grão atraíram compradores ao mercado que, no entanto, não encontraram vendedores dispostos a ofertar, resultando em baixo volume de negociações. Café novíssimo negociado a partir de R$ 480,00/sc.

Etanol
Mercado interno de etanol encerrou a sexta-feira (17) com baixo volume de negociações. A queda na demanda impediu maiores valorizações nas cotações. Por outro lado, os vendedores continuam não entrando no mercado em níveis menores de preço. Com isso, as negociações ficaram limitadas.
A questão da forte possibilidade de abertura do mercado norte-americano ao etanol brasileiro coloca os agentes em um momento de extrema cautela, antes da definição mais exata de como irá se comportar a conjuntura da oferta e demanda de etanol a partir deste momento.
Na sexta-feira, o etanol anidro encerrou o dia cotado a R$ 1,28 o litro, com queda de 0,77% em função dos preços de R$ 1,29/litro praticados na quinta-feira (16) anterior. O Etanol hidratado encerrou a sexta-feira cotado a 1,35 o litro, com desvalorização de 2,17%, em função dos preços de R$ 1,38 praticados no dia anterior.

Milho
O mercado físico de milho encerrou a semana com baixo volume de negócios, em virtude da baixa demanda e das perspectivas de novas reduções em diversos estados nas próximas semanas.
No Porto de Paranaguá, ocorreram somente indicações nominais de compradores a R$ 28,80/sc para entrega em Ago/Set. O cenário no Porto também foi influenciado pela pressão por parte das recentes quedas na CBOT. Em São Paulo, o mercado encerrou a semana sem novos negócios, porém as indicações de negociações no interior já começam a refletir o momento de maior oferta no mercado, com indicações de preços a R$ 29,50/sc, porém sem compradores, que seguem buscando cotações mais baixas na próxima semana.
Na região de Campinas, as negociações CIF seguiram com demanda a R$ 31,00 e os vendedores buscando preços de R$ 32,00/sc.

Soja
Nesta sexta-feira (17), o mercado interno de soja apresentou queda nas cotações na maioria das regiões. Os contratos futuros da Bolsa de Mercadorias de Chicago fecharam o dia em nova queda, ainda sob influência dos receios quanto à economia mundial, e o otimismo em relação ao clima favorável previsto para as lavouras norte-americanas. As cotações caíram novamente, com ocorrência de poucos negócios na CBOT. O câmbio também fechou em baixa. O dólar comercial para venda fechou a R$ 1,597, com redução de 0,80%.
No Paraná, houve baixo volume de negócios, e os preços fecharam estáveis na região. O preço de compra no mercado disponível fechou em R$ 47,50 no porto de Paranaguá, e a safra nova fechou em queda, com preço de compra de US$ 26,60 para Mai.12.
No Mato Grosso, o mercado físico refletiu a queda nos contratos futuros em Chicago e da moeda norte-americana, e os preços da saca de soja fecharam em queda em todas as regiões do estado. Preço de compra no mercado disponível fechou em queda, cotado a R$ 40,30 na região de Rondonópolis. Em Goiás, mesmo com a queda nos contratos futuros e no dólar, os negócios realizados mantiveram preços estáveis, e a saca de soja foi negociada na região de Rio Verde à R$ 42,00.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Frigoríficos em final de safra atrasam preço do Boi Gordo

Mercado físico do boi gordo iniciou a semana com baixo volume de negócios, e poucas alterações nos preços praticados. A tendência é que o mercado ainda leve alguns dias para que sejam feitos reajustes nas cotações. Isso se deve a ainda confortável posição dos frigoríficos, por conta do bom posicionamento de suas escalas de abate. A queda nos preços parece estar perdendo força, conforme nos aproximamos do final da safra. Apesar de ainda comedidos, alguns reajustes podem ser observados no decorrer das próximas semanas. O leve aumento das escalas, percebido na maioria das indústrias, segundo Rogério Goulart, autor do artigo Carta Pecuária, tem suas razões. “As escalas de abate estão subindo, e é interessante isso ocorrer agora, pois essa alta está coincidindo com a alta no atacado e a alta no frango. Uma idéia para isso? Frigorífico só aumentaria as escalas de abate para pressionar para uma nova rodada de queda na arroba boi ou se o mesmo enxergasse nisso uma possibilidade de melhorar suas margens. Ou seja, continuar a comprar arroba relativamente barata e tentar vender a carne um pouco melhor”. Isso é o que veremos no desenrolar das próximas semanas. Para o mercado paulista, foi observada estabilidade nas cotações médias, que seguem na casa de R$ 98,00/@ a prazo, livre do funrural. As escalas de abate no estado estão posicionadas atualmente para 4 dias. No estado de Minas Gerais, o preço médio também sofreu reajuste, e nesta segunda-feira (13) foi cotado na casa dos R$ 92,00/@ a prazo, livre do funrural, com escalas de abate posicionadas em média para 4 dias. Em Goiás, o preço médio pela arroba do boi ficou entre a casa dos R$ 91,00 e R$ 92,00/@ a prazo, livre do funrural, e a tendência é por continuidade do reajuste dos preços no estado.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Boi Gordo ainda apresenta lentidão na alteração de preços


Mercado físico do boi gordo apresentou alguns reajustes de preços pelo país. O processo de alteração dos preços durante este período de transição (safra e entressafra) ainda ocorre de maneira lenta, e a tendência é que essa condição se arraste por mais alguns dias. No entanto, as negociações seguem ocorrendo sem grandes alterações, mas como as escalas de abate estão gradativamente menores, algumas praças já sinalizam possíveis ajustes. Durante o período de virada de mês, a expectativa é que a demanda sazonal acentue o processo de reajuste dos preços. No estado de São Paulo houve altas nos preços, e a média já alcança o patamar de R$ 99,00/@ a prazo livre do funrural, com as escalas de abate no momento menores, entre três e quatro dias. No estado de Minas Gerais, o preço médio está na casa dos R$ 91,00/@ a prazo, livre do funrural, com escalas de abate posicionadas em média para três dias. Em Goiás, o preço médio pela arroba do boi também ficou na casa dos R$ 91,00/@ a prazo livre do funrural, e a tendência é por continuidade do reajuste dos preços no estado. Mercado atacadista apresentou altas nas cotações nos cortes de traseiro, mais um sinal que da redução dos estoques nos frigoríficos. No entanto, a cotação dos demais tipos de carne ainda é um entrave para a recuperação dos preços no curto prazo.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Boi Gordo apresentou volume inferior na semana

Mercado físico do boi gordo encerrou a última semana apresentando um volume de negociações inferior ao registrado em semanas anteriores. As escalas de abate seguem confortáveis, no entanto o avanço destas parece estar cada dia mais difícil. Um reflexo direto desta condição é a alta dos preços no mercado atacadista. Estes sinais demonstram que a oferta de boi gordo inerente ao período de safra está próxima ao seu limite. Durante o período de entressafra, a expectativa ainda é por reajuste dos preços vigentes nas principais praças do país. Em São Paulo, o preço médio pela arroba do boi não apresentou consideráveis alterações nesta sexta-feira (03/06/11), permanecendo em R$ 98,00/@ a prazo, livre do funrural. As escalas de abate no Estado estão atendendo em média 4 dias. Em Minas Gerais, o preço médio pago pela @ do boi se manteve no patamar de R$ 91,00/@ a prazo, livre do funrural, as escalas no Estado estão posicionadas em média para 4 dias na maioria das indústrias. No estado do Mato Grosso do Sul, as cotações seguiram estabilizadas na casa dos R$ 91,00/@ a prazo, livre do funrural, com as escalas de abate também posicionadas em 4 dias. Para o mercado atacadista, foi verificada alta nos preços ao final da última semana, mesmo com a queda dos preços no atacado de carne suína e da carne de frango, sinal que os estoques de carne não estão em um nível tão acentuado quanto os observados em semanas anteriores. Na BM&F, os indícios de reajuste dos preços no mercado físico afetaram os mercados futuros, que acabaram apresentando recuperação das cotações nos principais contratos.